Brasil pode ter mais de 125 mil mortes até agosto

Brasil pode ter mais de 125 mil mortes por Covid-19 até agosto, diz estudo feito nos EUA

O número de óbitos por CORONAVÍRUS no Brasil deve ultrapassar a marca dos 125 mil em agosto, segundo estudo do Instituto para Métricas de Saúde e Avaliação (IHME, na sigla em inglês), ligado à Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

“O Brasil deve seguir o exemplo de Wuhan, na China, e o da Itália, Espanha e Nova York e impor ordens e medidas para tomar controle de uma epidemia que está crescendo rapidamente, e reduzir a transmissão do CORONAVÍRUS”, afirmou o diretor do IHME.

O modelo do IHME aponta que o número de mortes registradas por dia no Brasil pode continuar subindo até meados de julho, caso medidas mais severas de enfrentamento à Covid-19 não sejam tomadas. Haverá falta de infraestrutura hospitalar também, de acordo com a previsão.

Acreditamos que esta curva não será a real. Pois aqui os números estão muito misturados com os demais. Repare que a vida já quase se normalizou no Brasil, pois aqui ninguém pode ficar parado.

A previsão do IHME leva em conta os efeitos das medidas de distanciamento social, tendências de mobilidade e capacidade de testagem. O modelo será atualizado regularmente à medida que novos dados forem divulgados sobre casos, hospitalizações, mortes, testes e mobilidade.

Talvez por esse motivo, Donald Trump tenha proibido temporariamente a ida de brasileiros aos Estados Unidos.

CORONAVÍRUS NO BRASIL ATÉ AGOSTO SEGUNDO ESTUDO:

  • São Paulo: 32.043 (projeção anterior era de 36.811)
  • Rio de Janeiro: 25.755 (projeção anterior era de 21.073)
  • Pernambuco: 13.946 (projeção anterior era de 9.401)
  • Ceará: 15.154 (projeção anterior era de 8.679)
  • Maranhão: 3.625 (projeção anterior era de 4.613)
  • Bahia: 5.848 (projeção anterior era de 2.443)
  • Amazonas: 3.194 (projeção anterior era de 5,039)
  • Paraná: 626 (projeção anterior era de 245)
  • Pará: 13.524 (sem projeção anterior)
  • Espirito Santo: 2.853 (sem projeção anterior)
  • Minas Gerais: 2.371 (sem projeção anterior)
  • Alagoas: 1.788 (sem projeção anterior)
  • Rio Grande do Sul: 1.165 (sem projeção anterior)
  • Paraíba: 1.142 (sem projeção anterior)
  • Goiás: 893 (sem projeção anterior)
  • Amapá: 529 (sem projeção anterior)
  • Rio Grande do Norte: 492 (sem projeção anterior)
  • Santa Catarina: 464 (sem projeção anterior)
  • Acre: 422 (sem projeção anterior)

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