Como melhorar a qualidade do seu sono

  • Alimente-se bem ao longo do dia, comida saudável
  • Durma cedo e acorde cedo, aproveitando o máximo do seu tempo
  • Beba muita água, cerca de 2 litros por dia
  • Vá ao banheiro regularmente, nunca fiquena vontade
  • Ocupe-se de afazeres que não lhe estressam
  • Ouça música e dance à vontade
  • Fale com seus amigos, família, coloque a conversa em dia
  • Pratique esportes ou andem pelas ruas do bairro

Como melhorar a qualidade do seu sono – no Brasil cerca de 2 milhões de pessoas sofrem com insônia. Esse distúrbio prejudica o adormecer ou impede a pessoa de permanecer dormindo.

As causas são variáveis: problemas físicos, como artrite e insuficiência cardíaca; ou psicológicos, como estresse, depressão e ansiedade.

“A insônia pode ser considerada doença de origem comportamental ou um sintoma relacionado à presença de condições predisponentes. Como dor, alterações ambientais, doenças de cunho clínico ou psíquico”, confirma o neurologista R. Nonato D. Rodrigues.

Como tratar insônia

Para o tratamento é necessário conhecer a causa, e os medicamentos têm de ser receitados no início do tratamento para insones que tenham outras doenças e para pacientes com insônia situacional aguda.

“Infelizmente a tal regulação do sono via administração de remédios age mais como elemento auxiliar no verdadeiro tratamento da insônia. Há basicamente drogas que aceleram a entrada em sono e tentam estabilizá-lo e outras que o inibem. Além disso, algumas medicações utilizadas para outros tratamentos, como os transtornos psicológicos-psiquiátricos, podem influenciar o sono”.

Os medicamentos reduzem o tempo de espera pelo sono. Mas, podem não apresentar efeitos duradouros no restante da noite, inclusive ocasionando uma superficialização e fragmentação do adormecer.

Como todas as medicações, os remédios para a insônia podem causar danos, por isso é preciso ficar atento e jamais se automedicar.

“Certas medicações, quando usadas de maneira recreativa e em alta frequência, podem induzir dependência, tolerância (necessidade de doses maiores para se obter o mesmo efeito), embotamento da atenção ou da memória. Como alguns são também relaxantes musculares ou depressores respiratórios, podem agravar quadros limítrofes de síndrome da apneia do sono, por exemplo”, ressalta Rodrigues.

Fora os medicamentos que ajudam a combater a insônia, o paciente pode ser submetido à terapia.

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